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PODCASTS

Media Training e Comunicação Pessoal | Aurea Regina de Sá

Acervo

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3. Peça ajuda aos amigos, colegas de trabalho, família para saber em detalhes como você se expressa (se comunica). Você pode enviar o recadinho abaixo pra eles e pedir a contribuição para o seu desenvolvimento.

Olá ___________________,

Eu estou acompanhando um treinamento online com a coach de comunicação pessoal Aurea Regina de Sá e ela me pediu para fazer contato com algumas pessoas da minha confiança para perguntar como me veem como comunicador. Você pode redigir uma avaliação sincera para me ajudar a me conhecer mais? E, por favor, seja totalmente sincero, porque eu sei que conhecer a forma como as pessoas me enxergam vai me ajudar a me desenvolver.

Obrigado e um grande abraço,

Seu nome

Ah, e não se esqueça de pedir o feedback até antes da nossa próxima sessão para conversarmos sobre isso.

4. Para aumentar ainda mais a sua autopercepção, sugiro fazer o exercício que pede que você investigue a forma como deseja se comunicar. É uma visualização do que será amanhã. Baixe o documento aqui. Conversaremos sobre o que encontrou nessa investigação na próxima sessão.

5. Para reconquistar a autoconfiança: David Keller mostra suas experiências na ajuda ao outro para construir ou reconstruir a confiança criativa.

 

Nesta aula, abordamos alguns aspectos importantes que servem de base para o desenvolvimento da comunicação pessoal:

  • o autorreconhecimento;
  • a gratidão;
  • o funcionamento da mente

Para assimilar ainda melhor esses conceitos, sugiro PRATICAR. Veja as tarefas abaixo:

1. Baixe a Lista de Auto Poder  e preencha um pouco todo dia. Procure não escolher as características; deixe a mente trazer sem se limitar. É uma ferramenta para usar sempre, porque o reforço sobre as características positivas é importante para se valorizar e assumir novos desafios. Obs.: não liste o que gostaria de ser, mas o que é, como se vê hoje.

2. Mantenha o hábito que já cultiva e use a Lista da Gratidão para perceber o seu nível de merecimento diante da vida. Quanto mais sólida for a percepção de que merece coisas boas, mais coisas boas a vida entregará pra você e isso está totalmente relacionado com a forma como você se vê e como se comunica.

3. Há muitos materiais para trabalhar a mente. Na 1ª sessão, vimos duas técnicas de PNL – Programação Neurolinguística:

– Questione a mente, sempre que ela trouxer algo negativo, que subestime a sua capacidade. Faça um acordo com ela e peça um voto de confiança. Sem brigar com ela, convide-a a ‘pagar pra ver’, faça o que se propôs fazer e volte a ela para mostrar que você fez como imaginou ‘contrariando’ o que ela havia dito pra você. Para questionar a mente é preciso estar ACORDADO, PERCEPTIVO.

– Visualize os resultados que deseja. Faça cenários, imagine o seu comportamento (corporal e verbal) e também a forma positiva como as pessoas recebem você. Incremente o cenário com o máximo de detalhes que puder e especialmente, SINTA. Procure perceber a emoção positiva como você encara a situação e sinta-se bem com isso. Durante a dinâmica de visualização, não há espaço para aspectos negativos de nenhum tipo: filtre, selecione e só deixe entrar na mente o que pode acrescentar positivamente pra você e para as pessoas com as quais se relaciona nesse cenário.

Para assimilar ainda melhor esses conceitos, sugiro PRATICAR. Veja as tarefas abaixo (por favor, faça na ordem):

1. A mente pode ser uma grande aliada ou nossa inimiga. O que você escolhe? Na próxima sessão vou compartilhar com você uma dinâmica de Programação Neurolinguística para ajudar na administração das sensações a partir do filtro dos pensamentos. Mas, antes focalize o pensamento que quer usar para substituir aquele negativo que não tem ajudado você. Se quando está exposto, o pensamento que vem é algo como: ‘vão me julgar, será que vão me aprovar?’ escolha trocar esse pensamento ENFRAQUECEDOR por um FORTALECEDOR. Qual seria esse pensamento novo? Mantenha esse novo pensamento na frente e preste atenção em como tudo acontece.

2. O que é vulnerabilidade pra você?
Como suporte para o trabalho eficaz com a mente, é importante trabalharmos alguns aspectos comportamentais como a VULNERABILIDADE.  O que te faz sentir vulnerável, frágil? 
A vulnerabilidade é o sentimento que aparece pra nós quando estamos expostos e nos preocupamos em estar sendo julgados. Para entender como esse sentimento se processa em você, gostaria que fizesse uma lista que começa sempre com:
Vulnerabilidade é……..
Vulnerabilidade é……..
Vulnerabilidade é……..
Vulnerabilidade é……..
Vulnerabilidade é……..

Vá listando o que vem à sua cabeça sobre o sentimento da Vulnerabilidade. Pra te ajudar, imagine-se nos momentos em que esteve exposto e se sentiu vulnerável. Suas respostas ajudarão a encontrar o motivo pelo qual se sente desconfortável quando está de frente ao público. Complete esse exercício antes de seguir para o próximo.

Convido você a assistir a palestra da cientista Brené Brown que pesquisa o tema e compartilhou seu conteúdo no TED. Obs.: Se precisar de legenda em português, abra o vídeo, clique no símbolo de ENGRENAGEM (no canto inferior direito, à esquerda do nome YOUTUBE)>LEGENDAS>TRADUZIR AUTOMATICAMENTE>PORTUGUÊS.

Anote o que te chamar a atenção para trabalharmos na próxima sessão.

→ PRÓXIMA SESSÃO: 08 de dezembro de 2017, às 19h (horário de Brasília).


Na última sessão, nós vimos que nesse mergulho em si mesmo é importante estar atento para:

as armadilhas que a mente prepara para nós para, então, decidirmos o que queremos PENSAR, SENTIR, FAZER/FALAR (esteja atento para esse desencadeamento);

as percepções que temos sobre nós mesmos e nossos atos (o Paulo II em ação) e também sobre os outros.

Dessa forma, você pode ESTAR NO CONTROLE e não deixar outra pessoa ou situação fazer isso por você.

Vamos avançar um pouco mais e investigar as CRENÇAS que podem estar impedindo a postura segura na comunicação. Na ferramenta que você pode baixar aqui, você pode listar as crenças (ou somente uma) – que aprendeu a acreditar e levou até hoje com você – e pensar nas formas renovadas que tem agora para pensar sobre ela. A ideia é que a crença não seja retirada da sua vida, mas apenas AJUSTADA.

Em processo de restaurar em você a postura segura e autoconfiante que deseja adquirir, comece a usar a mente para programar um NOVO VOCÊ, de acordo com o que desejar. Na ferramenta que eu te convido a preencher agora, você registrará expectativas a seu respeito para trabalhar a seu favor. Baixe o documento aqui. Se quiser, salve o PPT em seu computador, e preencha nos próprios slides (clique próximo da expressão ESCREVA AQUI: e um quadradinho se abrirá para você digitar).

FERRAMENTA DE PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA: ‘instale’ em você a programação que desejar ( já que a mente é uma máquina) e insira pensamentos, lembranças e pensamentos que trazem ALEGRIA, SEGURANÇA, AUTOCONFIANÇA, PROSPERIDADE, UNIÃO, AFETO, GRATIDÃO e o que mais você quiser.  Faça isso quantas vezes quiser. Use a estratégia como uma ÂNCORA.

CONTROLANDO EMOÇÕES: assista o pequeno trecho de vídeo do desenho ANGRY BIRDS que ilustra a questão do controle emocional e seus benefícios:

A IMPORTÂNCIA DE RECONHECER OS PONTOS FORTES DO OUTRO. (PARA VOCÊ E TAMBÉM SERVE PARA MOSTRAR À FAMÍLIA E À EQUIPE DE TRABALHO).


Tudo o que refletimos até este ponto se refere à energia, compaixão, expressão corporal e verbal, mas tem também o conteúdo para esquentar uma boa conversa. Confira como formatar perguntas para puxar papo e atrair o seu interlocutor:

1. Evite perguntar POR QUE? Além de ser inquisitiva, a pergunta pede uma resposta racional que muitas vezes a pessoa não tem pra dar. É o tipo de pergunta cuja resposta tende a ser monossilábica: não, sim, talvez (essa tem duas sílabas). A pergunta POR QUE? fecha a resposta, não permite a ampliação do conteúdo do outro.

2. Pergunte COMO? O como dá margem para o outro descrever uma situação, contar um caso e expor seu ponto de vista com mais vocabulário e interesse em contar, porque você está dando a ele o poder de dizer como fez algo, como chegou a essa conclusão.

3. Pergunte O QUE? + algo relacionado à ação. Exemplo: o que te motivou a fazer isso? em vez de por que você fez isso?

4. DE  QUE FORMA também é um formato interessante para uma pergunta.

Usando as dicas 2 , 3 e 4 você ‘arranca’ muito mais respostas do interlocutor do que se usar o POR QUE.

Para formular perguntas, preste atenção no outro sem julgamento. Evite concluir que um rapaz, que se mostra pensativo num canto da sala durante uma festa, está pensando na namorada. Se ele tiver namorado, você deu uma gafe. Frases como: ‘pensando na namorada, hein’ mostram que o comunicador é um sabichão e tem uma bola de cristal apurada. Troque por: ‘que tipo de pensamentos pairam pela sua mente agora, hein?’ Em alguns casos, para conseguir a resposta, não vá direto ao ponto: rodeie, ronde, dê voltas.  Ou dê duas opções: ‘pensamentos bons ou não tão bons visitam a sua mente agora?’

Puxe a conversa com uma pergunta aberta: O QUE, COMO, DE QUE FORMA, QUANTO para deixar o OUTRO falar. E preste atenção nas respostas dele. As respostas são sua matéria prima para fazer novas perguntas e, também por isso, você deve estar muito conectado com o outro. Você não precisa de uma lista de perguntas; só uma ou duas bastam. O restante da conversa se desenrolará com as respostas do seu interlocutor.

EXERCÍCIO: 

Analise as perguntas abaixo que iniciam com POR QUE e faça novas perguntas usando COMO, O QUE ou DE QUE FORMA.

Por que você trabalha tanto?

Por que você pintou o cabelo de rosa?

Por que será que o Brasil, um país tão rico, está nessa situação tão devastadora?

Por que a empresa exige tanto dos colaboradores?

Por que alguns colaboradores não se motivam a fazer mais e melhor?

Bom trabalho!

Mas, a boa comunicação vai muito além do uso dos recursos ou ferramentas. É importante buscar a conexão com o público com o qual interage,  como já falamos. Veja o vídeo abaixo e enumere as recomendações que a especialista faz para que inicie e/ou aprimore esses aprendizados na comunicação do seu dia a dia: 10 maneiras de ter uma conversa melhor.

No exercício abaixo, você vai testar a percepção sobre vários aspectos. Deixe de lado qualquer tipo de julgamento, preferência ou gosto pessoal e assista cada exemplo, liste o que concluiu em relação à comunicação e exponha isso na próxima sessão:

O PODER DO ELOGIO:

Aproveitando a sua percepção cada vez mais aberta, procure identificar que tipo de ação merece um elogio e manifeste-se ao outro. Inspire-no no vídeo abaixo para VALIDAR o outro quanto ao que ele faz de bom. Perceba a reação dele ao ouvir/sentir que foi reconhecido. Outro exercício que você pode fazer conjuntamente é o de chamar os outros pelo nome no início da conversa. Perceba a diferença como o outro te recebe ao identificá-lo, reconhecê-lo, valorizá-lo.

Na próxima sessão faremos a gravação da sua apresentação imaginando que a plateia é de empreendedores/negociantes e você vai se apresentar profissionalmente em 1 minuto.


 

AUREA REGINA DE SÁ

Jornalista e Coach de Comunicação, especializada em Media Training.

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